quarta-feira, 4 de junho de 2014

| Carta meia aberta

já perdi a conta às vezes que escrevi e apaguei
já perdi a conta a todos os pensamentos que me tiram o sono

não gosto de me expor
não gosto de me sentir frágil

detesto que me vejam chorar
e detesto ainda mais que me vejam frágil e me digam que não sou assim, que sou a optimista.
há um dia em que o optimismo não acorda connosco
e precisamos que alguém que nos sorria e que a nuvem negra logo passará

mas nem sempre há esse alguém...

...

parece que é bem mais fácil ser o fraco...
 

1 comentário:

Anónimo disse...

tu não estas sozinha.mesmo quando te sentes como tal...